Drömma

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Drömma Dreaming Logger
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Sampa Andaluz
Hannap 22/01/2008  03:23
Estava saindo de uma estação de metrô em são paulo.

Era de noite, no centro. A impressão que eu tinha da cidade era que tudo era meio improvisado e estragado. As placas na rua, as grades, a calçada... A cidade estava suja e eu fiquei com medo. Conheci um cara alto e combinamos de encontrar-nos umas horas mais tarde em um cruzamento (tipo paulista com consolação). Eu disse: - Me dá teu telefone. E ele disse: - Não. Nos encontramos aí pelas 3, 3 e meia. Pensei: - Iiihhh, não vai rolar. Não vou ficar plantado nessa rua esperando esse cara. Eu ia caminhando de uma maneira meio torpe. Passava alguns passantes e logo depois me cansava e eles passavam por mim. Todos me olhavam e estranhavam meu comportamento. Mais adiante vi um grupo de 3 pessoas. Eram Antonio e Clara e alguém mais, não identificado. Seguimos caminhando juntos até que paramos em um tabuleiro de doces. Era um vendedor ambulante com doces incríveis. A Clara arregalou os olhos e disse: - É tudo que precisamos!!! O vendedor estava do outro lado da rua, atendendo a outros clientes. O Antonio começou a comunicar-se com ele por leitura de lábios e a Clara não se deu conta e ficava excitada dizendo: - Como vamos fazer para comprar isso? Será que pegamos e saímos correndo. Eu peguei no braço dela e disse: - Shhh, silêncio que o Antonio tá negociando. O vendedor entedia o Antonio porque ele tinha um sotaque andaluz.
Prainha sem água Prainha sem água
saborga 21/01/2008  07:26
Eu Guri Juca e Cami pegamos uma trilha e fomos pra prainha, que era uma praia muito menor, mais cheia de árvores e com mais pedras do que a prainha. Era final de tarde, tava vazia e já não tinha muito sol. Conversávamos e nos banhávamos. De repente a maré levou toda a água embora. Ficou uma praia sem água, surreal. Ficamos meio assustados e pegamos uma trilha pra ir embora... eu ia começar a pegar uma trilha errada e um dos meninos deu uma luz para o caminho certo e pegamos o carro e fomos embora.
morada
li 20/01/2008  00:17
era noite e eu estava em um novo apartamento, no décimo segundo andar. era um apartamento pequeno em uma grande avenida. pela janela do quarto eu via muitos pivetes tomando conta da rua. Durante a madrugada, a rua era ‘deles‘. Minha mãe chegou, arrombando a porta, pois meu sofá estava pegando fogo. Ficamos no apartamento, sem a porta de entrada, e eu via que muitos outros também não tinham portas. Vi no apartamento do lado, muitas pessoas dormindo amontoadas na sala, e uma senhora deficiente mental acordada tendo ataques de insanidade.

Iron Man 19/01/2008  17:30
Sonhei que estava eu e meu tio nas boca (prostibulo, pra quem não é bagacero) cheirando cocaina. Sonhos com drogas estão cada vez mais frequentes na minha vida!
Snakes!
Kaneda 18/01/2008  15:47
Estava numa rua estreita no estilo dos bairros de interior franceses, com ruas de paralelepípedos e casas bem decoradas.

A rua acabava num corredor de prédio. Numa das portas estava um adestrador de cobras. As cobras começaram a sair do apartamento do adestrador em minha direção.

Uma amarela que eu deixei para trás e outra verde que veio para me picar e em seguida eu me defendia com um pedaço de papelão. Ela veio me perseguindo até que eu subisse em uma cadeira amedrontado.

Logo a frente havia um carro estacionado e um senhor tragando um charuto sentado num daqueles bancos antigos de madeira que não me ajudava.
Requeijão
Aspros 17/01/2008  19:57
Fvi a casa de minha amiga, visita-la, então saimos a rva, andamos, encontramos sev irmão, et nos fomos de compras, voltamos para sva casa, entramos em vm qvarto, com tres camas individvais.

O qvarto tinha vma lvz fraca, et a cor do qvarto parecia aqvella cor das mesinhas onde ev estvdava no pré.
gossip
saborga 17/01/2008  16:47
gossip, goossip, go sip!
monitor gigante
fer 15/01/2008  12:16
Estava no meu quarto de madrugada vendo uns videos, o monitor lcd do meu computador era do tamanho de uma TV de plasma gigante, eu pensava...que legal ver clipes do HIM neste monitor!!!
Congresso de jornalistas feministas em Barcelona
Hannap 13/01/2008  12:30
Eu e Tanya estávamos dentro de um ônibus em Barcelona, sentados em um banco na frente. Estávamos excitados, mas alí na frente havia muita gente e ficava difícil fazer qualquer coisa. Nos mudamos para um banco no meio do ônibus, em frente à porta de saída. Comecei a fazer uma carícia nela. Coloquei discretamente a mão dentro das suas calças, mas o acesso estava difícil. Tinha alguém atrás da gente que via e ouvia perfeitamente tudo que fazíamos. Eu e Tanya falávamos palavras explícitas, achando que ninguém entendia. Eu disse: - Ai! Tá difícil pegar essa bucetinha. E ela disse: - Espera, agora não. A pessoa que estava atrás se levanta para descer e na saída diz pra mim: - Tu deverias tomar mais cuidado com o que falas e fazes nessa vida. A Tanya e eu nos surpreendemos e ela muda de banco, vai pra um ao lado. Na frente do banco dela estão sentadas 3 brasileiras que escutam a cena e começam a falar alto para mim. - Seu machista! E perguntam à Tanya se eu havia tentado fazer algo com ela. A Tanya resolve fazer um teatro e diz que sim. Elas se viram pra mim e começam a xingar-me A Tanya ri ligeiramente, adorando o teatro! No ônibus estavam um monte de jornalistas brasileiras feministas voltado de um congresso. Todas elas se revoltam contra mim e me ameaçam, dizendo que vão me denunciar à polícia. Elas descem do ônibus a na parada seguinte descemos eu e Tanya. A Tanya ria-se muito. O teatro dela havia sido engraçado, fazendo-se passar por vítima violentada. Vamos caminhando à beira de uma praia onde estão meu pai Jorge e meu tio André. Tiramos todos a roupa e mergulhamos no mar cristalino. Eu estava triste com a história do ônibus.
Abelha
Kaneda 12/01/2008  17:08
Na mesma noite do sonho de casa de praia sonhei que estava no quarto de minha namorada (?!) e o quarto dela tinha um data show com um telão. Era todo com piso de madeira e ficava como se fosse um mezanino. Ela tinha aqueles globos refletores de casas noturnas e de repente fomos atacados por uma abelha e logo em seguida por outra.
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