Drömma

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Drömma Dreaming Logger
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Check-in
tanya 20/12/2007  05:50
Estava num aeroporto, a despachar a mala no check-in. Era uma mala muito pequenina. O vôo estava muito lotado. O segurança perguntou para onde eu ía. Eu disse Lisboa. Ele informou que o vôo tinha muita gente, e que era melhor levar a mala comigo. Eu respondi que não podia porque tinha cremes na mala. Ele disse para eu passar o creme todo no corpo. Eu disse que isso era impossível, os potes estavam cheios. Depois eu vi que haviam outras coisas na mala, como comidas, um telemóvel e muitas escovas de dentes. Estavam lá também o Henrique e a Filipa. Eu perguntei à Filipa se depois de tanto tempo com o mesmo namorado o sexo continuava bom. Ela disse que sim. Depois passei para um barco enorme, com piscinas ao redor e fiquei à espera do Gustavo. Quando eu desci a escada do barco o primeiro andar era uma praia. O Cp apareceu de bicicleta e com cabelos brancos. Depois o Gustavo chegou.
Carne humana
Hannap 20/12/2007  04:43
Sonhei que estava em um grande mercado público, que era também um albergue onde eu estava hospedado. Tudo tinha um aspecto muito nojento. Eu estava me preparando para encontrar amigos, saindo do albergue com a Juliana da capoeira. Tentei ir ao banheiro, mas não consegui entrar. Estava imundo. Eu alertei a Juliana, que tamém tinha vontade de ir e nenhum dos dois entrou. Caminhei até o nosso ponto de encontro onde estavam o Marcio Angst e a Mari Fontes, sentados em uma mesa conversando. A Juliana chegou depois. Na mesa estavam embalados pedaços de carne vindos do supermercado. Eram partes do corpo humano. A maior parte era um tronco, aberto no meio, sem cabeça nem braços, nem órgãos internos. O outro pacote eram pernas (do joelho para baixo, incluindo os pés). E o terceiro pacote era apenas um peito (este não estava aberto no meio, estava fechado). Eu subi na mesa e comecei a mover os pacotes, tentando colocá-los na distância certa para reproduzir um corpo.

A carne humana embalada parecia muito normal para todos. Era alimento. Comecei a ficar muito enjoado com vontade de vomitar. Os pacotes tinham aquele sangue que fluia entre a carne e o plástico. Me dei conta que o primeiro pacote era fora de escala, desproporcional em relação às pernas, muito pequeno.

De repente surge um ciclista frances e se aproxima da mesa. Ele começa a fazer perguntas em espanhol: - Donde hay un supermercado para comprar comida? - Y donde se puede dormir?

Eu ia respondendo muito rapidamente a cada pergunta, mas ele não prestava muita atenção. No final ele pergunta calmamente: - Y donde están las dependencias?
preços baixos
saborga 19/12/2007  09:47
eu estava num apartamento grande com uma super vista, era meio loja toda stayliezinha na lagoa perto da curva do calombo. Era um espaço de umas meninas novas riquinhas que estavam customizando e comprando coisas la fora e revendendo nesse ap. Tinham muitos móveis e várias coisas antigas. Eu entrava lá, olhava as etiquetas e falava que elas estavam cobrando muito barato. E eu ia colocando os preços que eu achava adequado, pois acreditava que o público delas pagariam mais por aqueles objetos.
Banho
Aspros 19/12/2007  06:34
Estava em uma especie de calçadao, tinha vma loja la et ev estava sem casa, os donos da loja disseram q eu podia tomar banho, et ev fvi, so q o banho ficava na frente da loja, ao arlivr, et ev me banhava lá, no meio do calçadao, so q nao vinha ningvem.

Depois aparecev vm gato preto q estava td machvcado, elle tinha rabo de minhoca, et em vm dos dedos da pata saia vma centopeia.
guerra guerra
li 18/12/2007  16:00
Caminhava na madrugada, pela cidade de Santa Maria, acompanhada de LR. Estávamos ficando juntos e ele muito apaixonado. Seus cabelos estavam muito longos e suas roupas eram esfarrapadas. Sabia que era um grande erro ficar com ele, mas mesmo assim eu me divertia. Encontrávamos mendigos pelas calçadas e LR conversava com todos eles. Um mendigo juntou-se a nós e começamos a falar sobre o que era a vida e a felicidade, quando o mendigo falou que ‘felicidade é isso aqui, gente‘, mostrando os picos de cocaína do seu braço. Fui para minha nova casa, onde morava minha mãe, tia L e família. A casa era grande e luxuosa, mas com poucos dormitórios. Fomos para frente da casa, e ali vimos uma menina dando um tiro em um menino. Logo, percebi que havia acontecido uma grande catástrofe na cidade. Muitos prédios desabando e inundações aconteciam repentinamente. Entramos para dentro de casa, tudo estava sujo. Um grupo de filipinos e egípcios invadiu a casa e conduziu LK e SO para o porão da casa, onde bebiam,cantavam e dançavam. As águas avançavam para dentro da casa, rapidamente. Subi para o segundo piso, e encontrei LK e SO, muito machucados e sujos. Na escada, encontrei SO no andar de baixo, salvando partituras de piano, que boiavam pelas águas. Estávamos tristes, mas ajudei a secar as partituras. Levei SO para o quarto de casal e deitamos na cama, abraçados. SO estava muito envelhecido e debilitado, enquanto eu falava o quanto gostava dele. As águas invadiam o quarto e abraçados, tentávamos mudar a situação com nosso pensamento. Pela janela, avistei um carro caindo do céu, bloqueando a saída da casa. Ouvi alguém falar que era uma nova guerra que acontecia.
Bolo de Bolacha
Éramos um grupo de pessoas e eu não conhecia nenhum deles. À medida que as horas passavam elas estavam a transformar-se em pessoas maquiavélicas. Lembro-me de estar com dois do grupo, fugíamos dos demais e olhávamo-nos com desconfiança e medo de nos transformar-mos também. Íamos os três numa carrinha mas depois fomos para a rua. Andávamos afastados uns dos outros. Depois entrei na casa portuguesa e chegou a Hélia ao pé de mim com uma fatia de bolo de bolacha e diz: "pedi uma fatia, na na na na". Depois eu cortei também um pedaço para mim.
Rasgada dos sonhos Rasgada dos sonhos
Rasgadão 17/12/2007  16:50
Sonhei que um pintão me rasgava toda, pelo ânus.... E entrava tão fundo, que saiu pelo meu umbigo. E quando ele saia pelo meu umbigo e voltava, a cabeçinha dele passava na berada do meu umbigo e isso me dava tesão. Eu gozei pelo umbigo depois...
mina de ouro mina de ouro
saborga 17/12/2007  08:38
eu trabalhava no carrinho de uma mina de ouro. Meu chefe era o Manoel e eu ganhava R$1500. Era pouco. Mas saindo da mina no carrinho do tunel q era o túnel que ligava a barra a São conrado eu tive um super insight de como ganhar mais dinheiro. e eu encontrava com o Caê e com o Rodrigo e dividia a minha idéia. Fui falar com o Manoel dizendo que o consultor (tipo o Luiz vieira) era um desperdício. Um gasto sem retorno. E bla bla bla... Ganhei um aumento e a partir daí passei a ganhar quase R$ 5000.
bebe boneca bebe boneca
saborga 17/12/2007  08:29
sonhei q o paulo e a cacá tinham uma filha ao invés do Davi, e ela era micra do tamanho de uma bonequinha tipo essas (http://www.flickr.com/photos/elysiarenee/219163975/) com corpinho pequeno e cabeção e olhão. Media um palmo e vestia um vestido branco e cabelos castanhos. Eles tavam felizes. E ela mesmo recém nascida já andava toda durinha. Eu achava aquilo meio assustador.
li 16/12/2007  13:52
Passeava de carro, minha mãe dirigindo, por um balneário antigo e decadente no interior do estado. Em meio das ruelas estreitas e cercadas de árvores, chegamos ao local principal do balneário, o açude. Algumas pessoas banhavam-se, mas eu sentia nojo daquela água turva e espessa. Anoiteceu e algumas pessoas se reuniram para uma comemoração. Serviram uma comida ruim, como prato típico. Um rapaz do local conversava comigo, um cara interessante, muito branco, cabelos loiros, crespos e secos. Íamos ficar juntos, mas quando eu me aproximava dele, sentia um gosto ruim na minha boca, que era o gosto do corpo dele. O rapaz ficou chateado comigo. Ele colocou música para animar a festa, músicas de discos de vinil, e todas ‘sucessos até 1984‘. Novamente, no carro, minha mãe mostrava casas de madeira muito antigas do local. Eu e algumas primas saltamos do veículo para voltar à cidade caminhando pelo mato.
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