Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum
Drömma Dreaming Logger
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Sem título
SL 19/03/2007  12:37
Eu estava em um prédio de três andares que parecia um prédio feito especialmente para crianças, tudo era pequeno e colorido. Encontrei CM e fomos conversando enquanto subiamos ao terceiro andar em cima de uma esteira branca e vermelha. Eu contava que estava dificil conseguir o Green Card porque eles queriam muitos papéis dos quais eu não possuia. Ela escutava com atenção e dizia que eu estava muito polida, que eu havia mudado muito e que todo mundo da XXX tinha comentado isso.
garimpando em peixes garimpando em peixes
abstrato 17/03/2007  13:51
Trabalhava limpando atum recém pescado. Embora tivesse um pouco de asco da tarefa, prosseguia lavando, cortando a cauda, o ventre e retirando as vísceras dos peixes. Alguns deles vinham banhados num sangue seco que era bastante difícil de retirar.

Percebi que ao retirar as vísceras de alguns peixes, encontrava moedas. Moedas de todos os lugares do mundo, velhas e novas também. Algumas moedas de Real. Comecei a juntar as moedas ao meu lado e pela primeira vez percebi o entorno, era um lugar sujo com umas construções de cimento na beira do mar e de um riacho, no qual eu estava perto. Sentado ao meu lado tinha um sujeito, e de alguma maneira poderia dizer que ele era um amigo, embora não me inspirasse muita confiança.

Em determinado momento notei que algumas moedas haviam sumido, e como estavam presentes no lugar várias outras pessoas, falei bem alto, para que todos ouvissem: me roubaram algumas moedas, vou descobrir quem foi. E o clima que já não era muito bom, ficou ainda pior. De alguma forma todos se sentiram ofendidos. Do mesmo jeito que culpados tentam dissimular a culpa.

Prossegui limpando os peixes, a esta altura achava notas de pequeno valor, até que um homem sujo, vestindo farrapos, careca, num clima meio Mad Max - e ao olhar para mim mesmo e para o meu amigo, não estávamos muito diferentes - passou a nos incomodar. Berrava, atrapalhava nosso trabalho, algumas vezes ameaçava o monte de moedas que estava ao meu lado. Peguei o monte, pus do outro lado do riacho e levantei tentando evitar a presença desagradável. O homem careca me seguiu, e continuou a provocar. Até o momento em que resolveu mijar de cima de uma construção em mim, no meu amigo e em algumas coisas de outras pessoas. Senti muita raiva e fui furioso na direção do sujeito, o derrubei, dei dois chutes no ombro e parei. Neste momento surge meu amigo com outro trabalhador e eles continuam batendo no ser caído no chão. Este outro trabalhador pisa com força e sem piedade no pescoço do homem e se ouve um estalo. O homem sujo, com a coluna fraturada, estaria tetraplégico. Fiquei transtornado, não acreditava que houvesse necessidade de tanta violência.
johnny and marc
bi 16/03/2007  17:30
sonhei que o johnny e o marc estavam no brasil de passagem, visitando os amigos. como eu não os via a muito tempo resolvi chama-los para indaiatuba. acontece que nossa amizade não era mais a mesma (com os dois). não tinhamos mais intimidade, não nos entendíamos, não rolava uma sintonia entre a gente. eu me lembro que o johnny, que era como um irmão me parecia um toptal estranho. o mais engraçado é que foi meu pai que deu a idéia de irmos pro sítio e todos concordaram. só que nós fomos numa sexta e bem nesse mesmo dia eu tinha uma festa que eu não queria e nem podia perder mas tbm não consegui falar não para eles. então eu ficava ligando pra gabi para combinarmos a ida pra festa mas eu tbm não sabia se iria conseguir ir ou não. e aquela sensação de tempo passando e eu não queria pegar estrada de noite... não sei se acabei indo a festa ou não mas depois, no mesmo sonho, o marc me liga dizendo que não tinha entendido meu comportamento, que ele havia se sentido deixado de lado e tal. e eu falava assim pra ele: "pelo amor de deus desencana, a gente não tem mais nada! vc sumiu da minha vida a mto tempo, nunca mais ligou pra saber se eu estava bem e agora vem me cobrar? ta maluco?!
Campanas na Tátil
saborga 15/03/2007  09:02
Os irmãos campana estavam vindo na Tátil, e estava rolando uma super movimentação para recebê-los. O Fred estava de terno e gravata, mas era um terno todo staile... numa cor terrosa meio bege meio marrom e a gravata estava aberta meio torta. Cris Braga e Cris Grether eram as mais entusiasmadas para a grande recepção. A movimentação não se restringia ao escritório da tátil... ia até a rocinha e o Fred por fim estava esperando os irmão em frente ao portão da escolinha Espaçø Total.
p3 p3
videosex 12/03/2007  19:54
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p3rmakult
responsabilidade
lomolopez 11/03/2007  23:50
sonhei que eu tinha encontrado a bia que é uma moça que eu fotografei faz tempo e eu disse, a gente vai saber o que fazer, entregando uns papéis pra ela. depois eu já estava no churrasco.
li 10/03/2007  14:16
Era 4 da manhã e eu e minha mãe limpávamos a casa da minha avó. Eu esperava B chegar pela manhã, quando ouvi a campainha tocar. Ao atender, B estava ali na minha frente, vestindo uma camisa social azul, com sua mala e um mendigo que o ajudou a carregá-la. B falou que faria o pagamento do táxi com cheque e entrou na casa. Deitamos em uma cama ao lado de um fogão a lenha, na cozinha. Com o cobertor, cobrimos-nos por inteiro enquanto eu tirava sua camisa. Seu corpo estava muito quente. No escuro, debaixo do cobertor, eu só via os seus olhos verdes. Acariciei suas pálpebras. Com minhas mãos apalpei todo o seu corpo. Beijei seu peito, lambi sua axila e, imediatamente, a parte esquerda do meu corpo ficou grudada nele. Fiquei com o meu corpo aquecido. Mesmo sem poder me movimentar sozinha eu fiquei feliz. Não conseguia falar inglês e resolvi me comunicar em português, mesmo sabendo que ele não entendia, mas era a única maneira de comunicação que poderia ter.
onde
li 10/03/2007  01:30
Era uma noite de verão chuvosa. Eu estava sentada com amigos em uma mesa de bar, numa calçada qualquer. Comecei a flertar com um homem de outra mesa, mas eu estava com alguém, talvez algum marido, que eu não sabia quem era. Levantei para ir embora, eu de mãos dadas com o marido desconhecido. Caminhamos para atravessar uma rua, quando percebi que meus pés não tocavam no chão. Tive que fazer um grande esforço para fingir que caminhava com os pés no chão, mas eu não conseguia. Lembrei que fazia tempo que eu não caminhava com os pés no chão, apenas no ar.
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