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Drömma Dreaming Logger
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Era reveillon e eu não sabia
Hannap 12/11/2006 14:32
Tava eu e Claudinha, chegando à noite, em uma suposta casa minha. A casa era totalmente devassável. A janela da sala dava de frente para a janela de vários vizinhos. Todos eles surgiram ao mesmo tempo na janela. Eu fiquei assustado, pensando que tínhamos feito algo de errado, mas todos eles estavam ao telefone e eu me liguei que era reveillon. Todos estavam falando com suas respectivas famílias. Os fogos começaram a explodir.
Eu fiquei preocupado e fui checar meu telefone pra ver se não tinha nenhuma ligação perdida da minha família. O telefone tava na bolsa da Claudinha, mas só tinha uma mensagem nada a ver da Cris Grether. Fiquei aliviado.
Epidemia de moscas feitas de carne
dmtr 12/11/2006 14:04
Sonhei que estava conversando com um amigo da Maçonaria. Ele dizia que o fim da humanidade estava bem próximo e a causa seria uma doença.
Na verdade já estavam anunciando os primeiros 150 casos de infecção sinistros causados por uma nova espécie de mosca, uma mutação. era uma mosca feita de carne do tamanho de uma mão humana e meio amorfa, com reflexo multicolorido lembrando vazamento de óleo.
Quem era contagiado pela doença começava a ter feridas na volta de todo o pescoço, parecendo uma queimadura, que progrediam com um cheiro podre ate que um dia a cabeça do cidadão simplesmente caía.
Fiquei muito triste pois sabiam que dali pra frente as coisas iam ser muito terríveis.
Educação física e alcaparras gigantes
dmtr 12/11/2006 10:58
estava na esquina da sala uol, e por algum motivo eu estava no primeiro grau novamente. Estava esperando para fazer a prova final da educação física.
A prova consistia em correr algumas voltas na quadra, cronometrando o tempo, e imediatamente sentar em uma mesa para fazer uma prova teórica, como se fosse um triatlon. Achava engraçado fazer a prova teórica suando. Já começava a anoitecer e alguns colegas ainda estavam correndo, eu seria o último.
Na rua havia uma mesa construída com cavaletes, com diversas comidas alguns pães, uva, alcaparras gigantes (!), sucos e café. Hannap estava ali comendo algumas frutas também. eu estava comendo há horas sem me dar conta que ainda precisava correr. Alguém me perguntou se eu podia optar por fazer a prova da corrida usando uma bicicleta mas eu nao tinha certeza. Pensei em tomar um café antes da prova pra ficar mais disposto. Lembro também por alguns momentos estar dentro de um banheiro com muita umidade e roupas penduradas em todos os lugares do banheiro.
clodovil e eu
li 09/11/2006 16:49
em uma casa de campo, encontrei o Clodovil. Passeamos pelos jardins e voltamos para a casa, onde entramos em um quarto. Começamos a transar, e fiquei espantada com o tamanho do pênis dele, muito grande. Quando houve a penetração, o pênis dele se desprendeu do corpo, ficando inteiro dentro de mim. Eu tive que retirar seu pênis e devolve-lo. Depois da transa ele me deu uma foto sua, de quando era criança, sentado embaixo de uma árvore, e um livro do Nelson Rodrigues, chamado ‘O Gaúcho’.
Paralamas de tijolo
dmtr 09/11/2006 15:45
Agus e eu andávamos em um veículo que ora era um carro ora era uma bicicleta cross, e ela vinha na carona em pé (colocando os pés no eixo da roda de tras acho). quando este veículo se desgovernou e batemos num carro. era um jipe e o paralamas era feito de tijolos, como uma casa. EStacionei essa bike depois da esquina, pra não fugir do acidente, e voltei pra falar com os caras do jipe, que eram todos gringos pelo jeito. A polícia cercava a quadra, devia estar acontecendo algo lá. No jipe havia um tijolo quebrado e fiquei perguntando pra eles como a gente podia fazer pra consertar, eles nem estavam ligando pro dano, so queriam entrar numa festa que acontecia nessa quadra.
Depois disso voltamos pra casa, e mais tarde ficamos sabendo que as pessoas do jipe eram criminosos, não sei se sequestradores ou algo do tipo, e a polícia acabou nos procurando dentro de casa, para saber se tínhamos envolvimento com o tal crime.
Pra provar o não involvimento com o crime, decidi abrir o telefone sem fio, que continha uma fitinha cassete daquelas pequenas dentro, gravando todas as conversas, na minha lógica escutando essa fita seria possível provar a inocência.
infelizmente a fita enrolava em uma parte, um amigo meu tentava desenrolar toda a fita pra consertar mas ele estava rebentando tudo eu fiquei muito preocupado. enquanto isso recebi um telefonema, mas quando atendia nao ouvia nada. tive que desmontar o telefone e tirar um chip de dentro dele, e só podia falar e escutar diretamente no chip, mas não podia ligar e desligar o telefone. cada pessoa que ligava eu montava o telefone, atendia, desmontava e falava no fone.
Ser humano gosta de problema
Hannap 06/11/2006 22:13
Sonhei que tinha ido à praia e estava um dia excepcionalmente bom.
Na volta estávamos eu, Claudinha, Alain e mais alguém, caminhando pela rua à pé.
Viemos pela Bartolomeu Mitre, passamos em frente ao hospital Miguel Couto e entramos na rua do canal.
Era inacreditável, a água do esgoto do canal estava transparente, muito limpa.
Ficamos muito felizes.
Eu e Alain entramos na água e ficamos brincando muito, rindo!
No trajeto dessa rua em direção à Rodrigo Otávio encontrávamos pessoas, todas felizes. Era um dia inacreditável. Como a natureza é forte e consegue se recuperar do pior, pensávamos.
No final dessa rua, a calçada estava toda quebrada e o cara que estava consertando (um negão grande) também estava muito feliz. A sensação era de esperança.
A natureza dizia pra gente que tudo podia ser limpo denovo e nosso grupo tinha a consciência de que agora que estava tudo zerado ninguém iria mais sujar.
No canteiro do meio da rua Rodrigo Otávio vimos uma confusão acontecendo. Tava rolando uma agitação violenta, um quebra-quebra.
Pensamos: Como o ser humano gosta de problemas.
Não conseguem aproveitar essemomento bom e manter tudo em ordem.
O Jorge e a Neide brigavam violentamente no canteiro da rua. Ele dava socos nela e todos olhavam. Depois a briga virou um teatro.
Cabeça de Gato
li 03/11/2006 13:19
em uma cama de casal, eu conversava com K e Z. Eles tinham um gato que brincava conosco. De repente o gato começou a me perseguir e mordeu a minha mão. Tentei mantê-lo distante de mim, afastando-o com minhas mãos. Empurrei a cabeça dele com meu dedo indicador, e senti que penetrei na cabeça dele. Sua cabeça caiu do corpo e fiquei horrorizada em ver o corpo do gato caminhando sem cabeça. Entrei em pânico, com medo de olhar meu dedo, pois sentia que estava sujo de sangue e pedaços de cérebro do gato.
Metalinguagem
Flávia 31/10/2006 20:02
No sonho, eu estava contando a meus amigos o que eu acabara de sonhar - era um jogo em que tínhamos de adivinhar o desfecho do sonho.
resolva no sonho
chuazinha 29/10/2006 18:27
sonhei que tinha um problema e na hora pensei que era melhor resolve-lo no sonho mesmo, pois depois que eu acordasse ia ser mais difícil.
caravan
li 24/10/2006 23:10
Eu passeava em com meus primos e primas, no bagageiro de uma caravan por uma cidade alemã suja e cheia de indústrias. O carro era muito luxuoso e estávamos contentes em andar nesse automóvel pela cidade. O bagageiro estava aberto e tínhamos que nos segurar para não caírmos do carro em movimento. Minha prima L resolveu dirigir e K dizia que ela não dirigia bem. L parou o carro, atravessado-o no meio da rua, que era a Av. Presidente Vargas, em Santa Maria. K assumiu o volante e começou a dirigir em alta velocidade. Eu queria parar para que conversássemos, pois os outros primos estavam dormindo, mesmo se comportando como estivessem acordados.
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