Drömma

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Drömma Dreaming Logger
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Cox
SL 26/05/2008  13:25
Eu estava viajando, ia para alguma praia deserta, ou algo do tipo, e quando anoitece, entro em uma casa vazia e abandonada, e saio de lá com o meu "cox" sangrando, todo aberto. Liguei para X e falei que precisava de um médico para costurar minha pele e ele disse que eu deveria ir ao hospital ***. Cheguei lá e o médico disse que não ia ser necessário costurar dessa vez, e ficou intrigado com o corte, perguntou como que eu o havia feito e eu não saberia responder porque não lembrava o que havia acontecido. Uns dias depois, me encontro com Y em São Paulo e ele está estranho, distante, como se fosse me contar alguma coisa mas estive com receio. Novamente, corto o meu "cox" e não sei como e telefono para o médico. Meço o tamanho da ferida, tinha 8 cm. Ele disse "dessa vez tu tem que vir costurar, e venha hj, pq se não pode inflamar ou cicatrizar mal".
Web
Aspros 26/05/2008  11:21
Estava no pc, então meu amigo ligou a webcam delle et elle estava sentado fazendo caretas, uma criança passou atras delle andando tranquilamente, então elle se levantou et começou a dançar. Elle estava com uma roupa colada azul só q no tronco havia uma armação de arame, bem bizarra.
passeio com meus pais
chuazinha 21/05/2008  10:50
Era aniversário do meu amigo Antonio e estávamos na festa dele, com monte de gente circulando e bolo. Era como uma festa de criança, onde os pais também são convidados. Logo depois do parabéns meus pais decidiram ir embora depressa e não pude me despedir dos meus amigos, fiquei chateada pois nem tinha tido a oportunidade de dar parabéns ao Antonio. Descemos para a garagem mas decidimos ir andando, estávamos na Barra. Passamos por um prédio que tinha a planta dos apartamentos estampadas no tapume, meu paiquis parar pra ver e falou:

- É que nem o meu apartamento!

Ele se referia ao da minha irmã em São paulo, e vimos que era exatamente igual. Decidimos subir pra ver o apê. Lá de cima vi que a vista dava pro mar e para as lagoas da barra da tijuca. Quando comentei isso meu pai me corrigiu falando que não eram as lagoas e sim uma ilusão de ótica. Olhei novamente e vi que ele tinha razão, na verdade as lagoas eram uns morros de areia.
Laptop naufragado
Pat Lobo 18/05/2008  13:10
sonhei que acordava no meio da noite eu pisava no chão do meu quarto e tava tudo molhado. Dormi de novo e quando acordei vi que todas as minhas coisas estavam molhadas. Na hora eu corri pra ver se meu laptop tava molhado e por sorte só tava um pouco e bastou eu passar um paninho pra secar. Olhei pro teto do meu quarto que estava azul e tinham muitas bolhas de água. Fiquei pensando que agora eu tinha que falar com o vizinho pra resolver a situação.
julgamento
um julgamento acontece dentro de uma tenda semi aberta, existem pessoas dentro da tenda que cumprem uma função e pessoas ao lado de fora que presenciam o fato, passado algum tempo uma pessoa literalmete cai de seu posto dentro da tenda e é substituida por outra que esta na platéia e assim sucessivamente, talvez possa estar sendo julgado uma situação e não uma pessoa específica, o clima e a compreenção é de que um trabalho espiritual esta acontecendo.

ao acordar, entre o sonho e a realidade escuto uma voz, quase um canto, chamar meu nome suavemente...
Bees @home!
Kaneda 15/05/2008  01:07
Estava em casa e o ambiente estava cercado de abelhas, eu tinha medo de ir onde haviam muitas voando, mas onde haviam três ou quatro eu tinha que arriscar passar. Foi então que uma delas grudou no meu braço, eu tentei bater pra tirá-la e consegui, mas na segunda não teve jeito. Ela passou não picando, mas rasgando meu braço como uma agulha de tatuagem.
suco de luz
chuazinha 13/05/2008  08:32
sonhei que ia fazer suco de luz pra minha família e resolvi incrementar com abóbora, beringela e patas de pombo (que eram uma espécie de castanha).
O carro, o hospital, a casa.
M. A. L. 12/05/2008  18:57
Um dia quente, eu estava dentro de um carro empoeirado, modelo antigo, talvez oitentista. Meu tio dirigia, e meu primo, sem camisa e sujo, conversava comigo. Me incitou a comer um grande pote de sorvete, que estava ao meu lado, mas não estava derretido. Acho que comi. Rumamos para um hospital.



Na sala de espera, muito comprida e estreita, crianças pequeninas que voavam perturbavam os doentes e visitantes, incluindo a mim. Por lá encontro meu namorado que, aborrecido, joga bolinhas de papel nas criaturinhas. Eu o acompanho.



Na recepção, Thom Yorke recebe uma pulseira, e parece muito deprimido. Na pulseira, seu nome e outro que não lembro estavam gravados. Isso significava algo muito ruim, em meu sonho.



A cena muda bruscamente. Eu estava em busca de uma casa, e encontro a perfeita para mim. Tento conversar com o dono, mas ele foge de mim, e eu o persigo como Alice ao Coelho. Desisto, e resolvo por morar na casa sem comprá-la.



Thom Yorke vem me visitar. Ele chora e diz que vamos morrer. Eu tento explicar a ele que deve haver algum engano, que não sou a moça da pulseira. Ele está transtornado demais pra me ouvir. Beijo seu umbigo tentando acalmá-lo.
no galpão
chuazinha 10/05/2008  11:00
Estava com um grupo de pessoas dentro de um galpão, eu era um homem, mais velho, muito magro e com uma espécie de roupa de tabelião. Parecia ser um religioso. O resto das pessoas eram uns meninos jovens. Tinha um líder nesse grupo, era um rapaz loiro de cabelos desgrenhados que me lembrava o kurt cobain. Tinha também seu puxa-saco, que era um rapaz meio gordo de óculos, usando uma camisa laranja. Estávamos todos muito excitados. Tinha alguma coisa acontecendo que deixava o clima meio misterioso e agitado. Vi que todos os rapazes tinham uma arma.

O líder mandou seu irmão, um rapaz parecido com ele mas mais baixo, ir para o portão do galpão e fechá-lo atrás de si. Era pra ele ficar ali atrás da porta fechada, olhando para o galpão. O irmão obedeceu. Percebi que algo sinistro ia acontecer. O líder não gostava muito de seu irmão e o puxa-saco estava agitadíssimo.

Então o líder atirou. Imediatamente vi que o tira tinha acertado o irmão e que esse era o objetivo mesmo. Os outros rapazes estavam rindo, achando o máximo, o puxa-saco incitava o líder a atirar mais. Fiquei enjoada com a cena, eles queriam matar o garoto e tinham feito uma armadilha pra ele, ele não pudera nem se defender. Avisei então que ia ver se ele estava de fato morto, todos muito contentes não perceberam meu movimento.

Ao abrir o portão do galpão encontro o rapaz caído no chão, o tiro tinha pego no seu olho, mas ele ainda estava vivo. Me implorou que eu o salvasse. Comecei a arrastar ele para longe dali, dizendo para os outros que ele estava de fato morto e que ia enterrá-lo. Eu usava agora uma roupa preta e um chapéu de aba muito grande preto também. Tinha o rosto pálido e ainda mais velho e magro que antes.

Coloquei o menino num lugar muito estranho com formato de abóbora e pensei que ele não ia sobreviver.
Crash!
Kaneda 09/05/2008  16:21
Minha mãe dirigia o carro e eu estava de passageiro, estávamos passando pela marginal tietê quando percebi uma moto em alta velocidade, quando dei por mim a moto havia batido atrás do nosso carro.
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