aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum
Drömma Dreaming Logger
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Brian de Palma
SL 29/07/2008 16:13
Meu avô tinha uma loja de especiarias locais na cidade de Paraty. O negocio dele tinha cadeiras na rua para as pessoas se sentarem e fazerem lanches também. Fui na casa dele, ele tinha vários dvds em uma estante. Lembro de ter visto o dvd do Titanic e muitos dvds do Brian de Palma. Fiquei surpresa.
sircheese 29/07/2008 14:52
Era um grupo de pessoas, acho que eram meus amigos. Só reconheci uns 2.
O lugar parecia familiar, era um hospital! Hospitais não deveriam me ser familiares!!!
Eu guiava todo mundo, parecia estar apresentando o lugar para eles.
Era tudo novo feito com os mais nobres materiais e pedras, desde o piso até as paredes e
acabamentos. Nitidamente era um local de boa frequencia, por todo lado tinha gente.
Todo mundo ficava maravilhado com o lugar, só que, numa saída lateral do lugar, havia uma grande
rampa, bem larga, como a de um estacionamento de shopping. A rampa não era muito íngreme,
pelo contrário, mas era muito escorregadia e todo mundo que descia tinha que criar forma
alternativa para não cair no chão. Uns desciam de peito, outros de bunda, alguns nem tinham
coragem e mudaram de rota, já outros eram mais audaciosos e desciam de pé, como surfistas e,
desses aí, vários cairam!
Problemas
SL 26/07/2008 03:06
Eu estava em um campo de guerra, fazia muito frio e havia muita fumaça e nevoeiro no lugar. Eu pegava X e colocava-o na minha frente para não ser atingida pelas balas. Mas no fundo eu sabia que X não era o meu verdadeiro escudo mas sim apenas um bode expiratório para fugir dos meus problemas.
li 25/07/2008 15:25
estava com a minha mãe, indo para o aeroporto, iríamos para a Alemanha. no caminho um vizinho nos deu carona e pude perceber q havia esquecido de levar muita coisa, na minha bagagem. eu entrei em um vôo, um avião imenso, mas que só comprtava 5 passageiros. era para eu ir para São Paulo, mas antes o avião fazia escala no Chuí e em outras pequenas cidades do Brasil. Numa dessas escalas embarcou a Luciana Genro e o seu pai, Tarso. Logo, já estava num salão, que era outro avião, com minha mãe, indo para a Alemanha. No vôo avistei minha prima S. De repente eu e minha mãe descemos do vôo e paramos no Afeganistão, descendo umas escadas, íamos para Bagdá, onde minha mãe queria conhecer e pegar outro vôo de lá. Chegamos em um subúrbio de Bagdá, com um grande ferro-velho de aviões. Olhamos para o céu e vimos um balão sendo abatido. Perguntamos , em inglês, para umas crianças , onde erao aeroporto, elas falaram q era muito longe. Um menino que andava por ali viu que éramos brasileiras e perguntou se ele sabia pronunciar direitinho a palavra ‘alvorada‘ , em português, rimos e falamos que estava certo.
Istambul
SL 24/07/2008 09:52
Eu recem havia chegado em Istambul e me hospedado em um hotel que parecia uma pensão. Tinham alguns brasileiros e a pensão ficava dentro de um apartamento no vigéssimo andar de um edificio em uma parte não-nobre da cidade. Fiquei vários dias sem sair do meu quarto, olhando a vista que a janela me proporcionava, eu não conseguia achar nada naquilo bonito ou encantador. Certo dia decidi sair, fui falar com o recepcionista aonde poderia encontrar uma Lan House pois queria falar com X. Ele não soube me explicar direito. Saí de qualquer forma, sem ter muita idéia de como chegar até uma. Fazia sol, estava quente e as ruas estavam lotadas pois era alguma data religiosa e muitas delas estavam em meio a procissões e grandes caminhadas. Encontrei JP no meio da rua, achei muito estranho, ela estava sendo carregada por um homem que não pude identificar, apenas notei como ela havia crescido devido ao comprimento de suas pernas que eram mais brancas que as minhas. Continuei caminhando, o bairro aonde eu estava radicada era horrível, decadente, muitas das casas haviam sido demolidas portanto havia um irreparável espaço em branco no meio da cidade que ninguém se importou em refazer. Voltei para o hotel e decidi entrar pela entrada dos fundos. Nestes fundos, haviam brasileiros e eu conversei com algum deles. Eles estavam matando galinhas em sacrefício a algum deus. Me retirei e decidi ligar para T, dizendo para ele me buscar lá. Ele primeiramente disse que não queria sair de casa e eu insisti. Ele aceitou. Chegou lá de moto, e ele estava diferente: era um homem mais velho, um pouco grisalho, com olhos muito escuros. Fomos até a casa dele. Chegando lá nos beijamos, T tirou minha blusa e eu comecei a sentir que a ir até Istambul havia começado a ganhar um novo propósito.
Deslizando pelo ar
Renato 23/07/2008 01:10
Eu estava numa festa, uma pista iluminada onde as pessoas dançavam e ao redor existiam balcões onde as bebidas eram servidas...eu ficava há uns 20 centímetros do chão e deslizava dançando pelo ar em alta velocidade bem rente aos balcões, ouvindo a música sem parar..sentia uma sensação de liberdade incrível, não cansava
Gavetas
SL 22/07/2008 01:45
Eu havia roubado o carro do meu pai, o predileto de dele e decidi viajar até o Panamá. Sabendo que se tratava de uma longa e cansativa viagem decidi passar no supermercado para comprar um saco de dormir e bastante comida. Coloquei tudo no porta-malas do carro e comecei a dirigir. Quando estava perto da divisa de SC vi uma casa no meio da estrada e tive que parar o carro, pois ela estava bloqueando a passagem. Era uma casa pequena de maneira, com a pintura descascada e sem janelas. Fiquei pensando como ia fazer parar continuar com a minha viagem. Tentei empurrar a casa com as minhas mãos e me dei conta que eu precisaria de alguém bem forte para me ajudar. Saí dali a pé e fui atrás de alguém. Eu estava no meio do nada quando começou a ficar noite. Voltei para onde havia deixado o meu carro e a casa havia sido empurrada para o lado. Fiquei pensando que alguém mais forte que eu que também precisava passar por aquele trecho da estrada havia feito isso. "Tudo bem", pensei, entrei no carro e continuei a dirigir. Em certo ponto da madrugada parei em um posto de gasolina para colocar gasolina e fazer um lanche no restaurante. Entrei no restaurante, as paredes eram em cor roxo-claro e a atendente usava uma roupa da mesma cor. As mesas eram para uma única pessoa, as cadeiras eram muito altas e eu não conseguia subir. Fiquei esperando alguém vir me atender. Naquele lugar havia mais umas três ou quatro pessoas jantando e tomando café. Todas em silêncio. A TV estava ligada e falava que Júlio Cortazar e Kafka iriam se reunir em Bagdá para fumar narguilé e lutar contra o fim do surrealismo tcheco. Eu tava tão cansada de dirigir que nem fiquei impressionada. Ninguém vinha me atender quando caminhei até a mulher com avental da mesma cor das paredes e falei que gostaria de beber um expresso duplo. Ela me disse para procurar o que eu quero nas gavetas que estão atrás da porta de entrada. Com toda naturalidade do mundo eu fui lá, atrás da porta havia uma parede cheia de gavetas de todos os tipos, tamanhos e cores. Abri uma que ficava quase grudada no chão e dentro dela havia muitas lagartixas e aranhas de plástico. Levei um susto e fiquei pensando que a mulher do avental queria me pregar uma peça. Mas continuei a abrir as gavetas porque achei que o meu café expresso duplo poderia estar ali. Em uma outra gaveta havia um livro chamado "Teorias Dobem". Peguei, dei uma olhada e dentro do livro havia um recado para nunca desistir de olhar as gavetas. Eu continuei buscando pelo meu café quando a mulher de avental me trouxe uma escada de plástico e eu subi para que alcançasse bem lá no alto. A parede parecia não ter fim. Fui abrindo várias, muitas estavam vazias muitas tinham outras gavetas dentro que por sua vez tinham outras gavetas dentro... Eu fiquei cansada e já havia perdido muito tempo naquilo lá, eu pensava que só queria tomar um café, e um homem com chapéu de palha e sem dentes disse que ali eles não serviam cafés porque não cabiam dentro das gavetas. Fiquei muito braba por não terem me avisado antes, abri uma das gavetas e cuspi dentro com raiva. Quando eu estava entrando no meu carro em direção ao Panamá, a mulher de avental roxo correu até mim e me entregou um aparelho telefônico branco muito pequeno que tinha muitos fios pretos, disse que através dele eu poderia me comunicar com o mundo quando quisesse e até mesmo acessar o conteúdo babilônico das gavetas, pois eu poderia precisar em um futuro breve. Fui embora. De longe avistei o homem sem dentes cair no chão.
18
li 20/07/2008 15:36
Meu tio O começou a se sentir doente no meio da madrugada. Um médico avisou à família que ele iria morrer nas próximas horas. para atenuar suas dores, ele tomava gotas que saíam de uma comprimido. Ele estava deitado na cama e rapidamente percebíamos sua piora. Fiquei muito triste, queria que ele soubesse o quanto eu gostava dele. Quando o memento de sua morte se aproximou ele levantou da cama, mostrou-me um relógio, dizendo que quando fosse 18horas, ele estaria morto. Fui conferir a hora neste relógio, quando vi que na numeração do relógio, os números não seguiam o padrão de um relógio de ponteiros, e todos os números eram o 18. Sempre seria 18 horas.
Després de la Mercè, l‘habitació.
Hannap 18/07/2008 10:25
Estava follando com la Mercè, numa cama.
Uma foda boa. Tínhamos só um preservativo e depois de usá-lo continuávamos animados. Saímos e fomos comprar mais no supermercado. Compramos comida também, para fazer. Era uma sensação boa. De conexão física. Depois eu entrava em um apartamento onde eu iria morar. Ia compartir com mais alguém, mas meu quarto era grande e luminoso. Tinha uma janela bem grande. Lembro que para arrumá-lo segundo o misticismo magnético, saquei uma bússula do bolso. Verifiquei que a parede grande do quarto estava cravada com o norte. Era a parede onde iam ficar as 3 mesas do quarto. Duas grandes para trabalhar (uma para o computer e outra para desenhar e uma escrivaninha, que já estava lá e era cheia de objetos decorativos e pó, onde pensei em deixar as miudezas. Abri a segunda gaveta dessa escrivaninha e encontrei um monte de coisas do meu pai Jorge. Eram desenhos, projetos e esboços de quadros e instalações e algumas fotos. Pensei em guardar todo o material, pois era tudo muito bom. Estava feliz com o meu quarto novo.
voando
saborga 18/07/2008 09:52
voava muito! Era super real e possível. Não havia nenhuma pararfenália ou equipamento. O start do voo era feito a partir de um progama de computação que o adriano administrava. Primeiro voei muito sobre a água... do tipo fernando de noronha... clarissimo. Eu queria tirar foto mas ia estragar a câmera, então dei para a o Gustavão entregar para a Babi e eu continuava voando livremente muito feliz em um dia lindíssimo e dava uns rasantes na água. Outro salto foi em cima do santa mônica e eu ficava impressionada como era simples voar e como eu me sentia bem!
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