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Drömma Dreaming Logger
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Sonho Hitchcockiano de zumbis
dromni 22/03/2008 22:25
Sonho que estou no Prado e subindo no viaduto que vai dar do outro lado do rio, já no Padre Eustáquio - um caminho que fiz umas boas vezes nas épocas em que morava no Prado ou na divisa de Carlos Prates com Padre Eustáquio. É um dia de sol com poucas nuvens. Mas - como em vários outros sonhos meus - as ruas estão completamente desertas, sem pessoas e sem carros. O problema é que nesse sonho *sei* pelo Conhecimento Onírico que as ruas estão assim por causa de uma infestação de zumbis. (Imagino que devem ser zumbis-vampiros igual os do "I am Legend", para explicar porque eles não perambulam pelas ruas de dia.)
No melhor estilo Hollywoodiano, estou acompanhado por uma moça e um menino que nunca vi mais gordos (de novo, "Eu sou a Lenda"). Estamos procurando uma base improvisada do exército onde estão pesquisando uma vacina para a infestação zumbi e acolhendo refugiados não-infectados.
Acabamos achando a base na comprida ladeira do Padre Eustáquio logo depois do viaduto. É uma casa dos Anos 60, dessas "modernosas" sem telhado com garagem embaixo e o deck residencial em cima - acho que tem colunas em Y também. Há um jardim estupidamente verdejante e muito denso na frente, e hera corre pelas paredes e muros. (Em retrospecto, talvez o jardim oculte as luzes e atividades da casa, tornando-a pouco chamativa para os zumbis à noite.) Ah, e a casa é branca e vermelha, com paredes de azulejos brancos alternadas com outras de tijolinhos vermelhos.
Os milicos nos alojam no primeiro andar da casa. Curiosamente eu não tinha medo quando estava andando na rua, no sol, mas dentro da casa sinto muito medo. É que tenho a consciência de que, no porão da casa, estão os cientistas fazendo experiências com zumbis. Às vezes imagino que estou ouvindo gritos horríveis, quase inumanos, vindos de baixo, mas o som é muito abafado e distante e pode ser também vindo da rua.
Em algum momento, quando os milicos por algum motivo baixam a guarda, resolvo descer para o porão e espiar o que está acontecendo. Encontro o laboratório vazio, e tudo parece bem bagunçado, com móveis tombados, vidros derramados sobre a mesa e manchas de um líquido verde gosmento em algumas paredes e vidraças. O laboratório é enorme e todo subdividido com divisórias de vidro ou opacas. Ando com muito cuidado e muito medo, tentando não fazer barulho, porque minha suspeita é a de que um ou mais zumbis escaparam e os cientistas e milicos já estão todos ou mortos ou transformados. No momento em que vou cuidadosamente abrir uma porta, com muito medo do que está por trás dela, o sonho acaba.
Acordei no meio da noite com isso e com o coração batendo descontroladamente. Tive dificuldade para voltar a dormir depois. Interessantemente, nesse sonho não cheguei a ver nenhum dos zumbis, mas a simples noção de que eles estavam por perto já me enchia de medo. Nesse sentido eu diria que é um sonho "Hitchcokiano", onde o suspense foi muito trabalhado, sem nada sendo mostrado muito explicitamente...
Polícia Portuguesa
Hannap 21/03/2008 19:56
Estava em Portugal, entrando em um shopping com a Tanya. Eu levava um beck no bolso. Quando descemos uma escada rolante havia um grupo de policiais abaixo, com seus cães farejadores. Um pastor alemão virou-se pra mim e latiu. Depois ficou me seguindo com o nariz no meu bolso. Eu, discretamente, tirei o beck do bolso e coloquei-o na boca, partido em dois e tentei escondê-lo entre o lábio e a gengiva, na parte interna do buço. Mas logo percebi que o beck ali dificultaria a minha fala, já que fatalmente eu seria interceptado pelos policiais. Surgiram mais dois cachorros atrás de mim, um mini-poodle e um coelho farejadores!. Já estávamos no estacionamento do shopping. Engoli o beck no instante em que apareceram dois policiais. Ele me analisaram e viram que havia cheiro de marijuana vindo da minha boca. Eu lhes disse: - Qual o problema?! Fumei um beck antes de entrar no shopping. Por acaso isso é crime em Portugal? Fomos levados a uma varanda. Um lugar bonito, agradável, onde estavam uns 15 estagiários de policiais. Eram todos da nossa idade, ou mais novos. Os dois policiais mais velhos se foram e ficamos ali, eu e Tanya, a conversar com os estagiários. Eram muito divertidos e se riam de mim, do meu sotaque brazuca. Falei: - Pô, qual o problema de fumar um beck? Vai dizer que ninguém aqui nunca fumou. Todos riam e concordavam. Me irritei e dei dois golpes com a mão, como se batesse numa mesa... Sem querer acertei a coxa de uma das policiais. Ela era muito bonita e ficou com uma cicatriz vertical ao longo de toda a coxa. Eu pedi desculpas e ela disse que não tinha nenhum problema, que entendia a minha raiva. Mas sua cara era de dor. Os outros estavam comendo laranjas e eu pedi um pedaço. Um deles disse que a laranja bloqueava a presença do beck na análise do laboratório e eu disse: - Aaaahh só um pedacinho... E todos riram. Era muito fácil de escapar de onde estávamos, mas eu e Tanya esperávamos o regresso dos cops numa boa. Perguntei para um dos estagiários se aqueles dois policiais estavam cheirados e ele levantou os ombros e as sombrancelhas de uma maneira afirmativa, sem dizer nada. Depois anoiteceu e acabou o trabalho deles. Percebemos que os policiais tinham esquecido da gente e fomos todos embora. Me lamentei por haver perdido uma tarde inteira em Portugal no meio daqueles policiais, sem fazer nada, mas ao mesmo tempo gostei da experiência.
li 20/03/2008 20:54
eu lembrava de momentos esquecidos da minha vida. num deles, eu voltava para um tempo que se fazia festas embaixo de uma ponte, com pessoas legais e felizes.Após eu fui para um terraço com minha mãe e minha tia, passou um avião voando baixo, quase nos atingindo. Encontrei uma feira onde pessoas idosas vendiam antiguidades e poemas.Fazia frio e em um sofá, num canto da rua, havia uma família, eram sete irmãs, de diversas idades, mas todas tinham o mesmo rosto. Eu acordava na casa da S, do lado de fora me chamavam para praticar esportes, era uma disciplina de faculdade e se eu faltasse seria reprovada. Fiquei deitada na cama, as gurias me chamando. Avisei que eu não iria. Eu estava deitada numa cama dentro de uma piscina e a água a minha volta estava numa temperatura muito boa.Eu sabia que ali eu poderia chorar, pois com tanta água em volta, ninguém perceberia minhas lágrimas.
Supermarket!
Kaneda 20/03/2008 19:15
O mercado era antigo e os carrinhos enferrujados! O objetivo era juntar os produtos que o Game Master pedia. Coloquei um pote de azeitonas de um metro e meio de altura. O carrinho já estava cheio, e cada filho tinha que ajudar sua respectiva mãe. O problema é que eu tinha duas mães no mesmo mercado.
nonsense
Fer 20/03/2008 15:59
Eu estava deitada no banco traseiro de um carro descendo a protasio alves, era uma noite cinza e com nevoeiro e não tinha NINGUÉM na rua...quando olho pro motorista e vejo que de costas era o tom, mas quando se virou era um monstro!! acho q acordei mas voltei pro mesmo sonho, mas dessa vez minha mãe dirigia o carro...e outra parte do sonho parecia que tinha alguém comigo na cama, meu corpo flutuava e eu sentia algo me puxando pro além, eu e esta pessoa que eu sentia na minha cama transamos, acho até que tive um orgasmo dormindo!!!mas não sei quem era pq tava escuro e eu não vi o rosto...
Bailarinos tailandeses
Aspros 19/03/2008 16:48
Estava em uma escola et encontrei so um amigo, et nada converasou comigo. Depois fui assistir tv et o ministro mexicano havia recebido a visita do grupo de malabaritas tailandeses, tds com panos coloridos, andando em cordas finissimas equilibrando coisas nos ombros.
Sonho cheio de gatos
caofurao 16/03/2008 00:05
Sonho que estou no quarto de uma casa assistindo TV junto com outras pessoas. Estou sentado e minha gata Branquinha está no meu colo, e estou acariciando seu pelo super-branco. Então, noto falta de outro gato e pergunto para a mulher do meu lado: "Onde está a gata amarela-e-branca que vivia aqui?". A mulher responde: "Você não sabe? A Branquinha a matou!".
No mundo real a Branquinha é uma gata cheia de "mutações": albina, surda, obesa e que anda toda torta, meio aleijada, e não poderia matar ninguém. Mas no sonho não considero isso e saio desorientado do quarto, deixando a Branquinha por lá. Concluo que tenho de pedir ajuda aos mortos (?) e aí desço dois andares (o quarto era no segundo andar da casa) pela escada até o porão, que na verdade é um cemitério.
As paredes do porão são vermelhas, o chão é preto e as lápides são placas de pedra branca rente ao chão. (Curiosamente, essas são as cores de Omolu, o Senhor da Morte, o Orixá que controla a doença e a cura e vem buscar as almas dos mortos nas religiões afro-brasileiras.) Não sei quem está enterrado lá, e não leio o que está escrito nas lápides, e nenhum dos mortos embaixo delas se manifesta de qualquer maneira.
Subo um andar e então saio para a rua. A casa fica numa esquina e não tem jardim, a porta (que fica na quina da casa, entrando em diagonal) dá direto para a rua por meio de uma pequena escada. É uma encruzilhada de ruas de calçamento de pedra, com ladeiras em duas das quatro direções. As pedras estão molhadas como se tivesse chovido a pouco tempo.
Noto que exatamente no meio da encruzilhada estão dois gatinhos pretos, filhotes, muito novos - mal conseguem andar, escorregam e caem nas pedras molhadas o tempo todo. Fico com medo de um carro passar e esmagá-los, e vou lá e pego os gatinhos.
Noto que na outra esquina existe uma casa parecendo essas de subúrbio americano, com um gramado imenso na frente. O tempo está nublado, mas sobre essa casa o sol brilha. Pessoas louras estão tomando sol no jardim, sentadas em cadeiras brancas, rindo e conversando e olhando para alguma coisa na minha direção. Então vejo o que é: é uma ninhada de gatinhos, também muito novos, que está na beirada do jardim, quase na calçada. Todos esses gatinhos são amarelos, louros como as pessoas da casa, mas assumo que são irmãos dos gatinhos pretos que achei, e deixo os gatinhos pretos junto com eles.
trocas
li 15/03/2008 22:52
Chovia muito na cidade. A Avenida Osvaldo Aranha estava submersa, eu via o que restava dos prédios mais altos. Alguém me levou para um bazar de uma igreja, onde pessoas expunham o que queriam e trocavam seus pertences. Eu tinha uma velha guitarra comigo, alguém comentou que eu poderia trocá-la por um violão novo. Senti medo de entrar na igreja, preferi esperar no lado de fora. Depois de muito tempo entrei e avistei uma enorme feira de trocas no porão da igreja. As pessoas trocavam peixes, botões, roupas, comida, cds, etc Troquei uns papéis desenhados, que eu tinha no bols,o por anéis chilenos.
Sem título
SL 15/03/2008 17:25
Eu estava com X em uma outra cidade, nós estávamos indo jogar boliche em uma casa de jogos e encontro Y e W. Y é dono da casa de jogos e W está grávida. Luciano Huck aparece na casa de jogos sozinho, reserva uma pista de boliche e pede pra que eu vá buscar um taxi na rua para ele. Saio imediatamente seguindo suas ordens, caminho até a rua de trás, entro em um hotel e falo com uma mulher, peço um taxi para Luciano Huck que está na casa de jogos. Ela diz que já já vai mandar um. Y fica constrangido ao meu ver, e o computador-geral da casa de jogos mostra que Luciano Huck reservou tal pista para vários amigos, mas como ele estava sozinho, concluí que nenhum deles fora. Depois eu estava mexendo no Google Maps e vi que Buenos Aires fazia fronteira com o Brasil aonde ficava Brasília. E o rio Reno servia como fonte hidroeletrica para ambas cidades.
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